Ueber eine auf Juist gestrandete Sthenoteuthis caroli (Furtado)

Helgoland Marine Research, Jul 1938

Helmuth Hertling

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Ueber eine auf Juist gestrandete Sthenoteuthis caroli (Furtado)

Ueber eine auf Juist gestrandete Sthenoteuthis caroli (Furtado). Von HELMUTH HERTLING. (Aus der Biologischen Anstalt auf Helgoland.) Abbildungen im Text.) 1. E i n l e i t u n g . Fundumstfinde S. 9 3 . - Strandungen nektopelagischer Tintenfische S. 9 4 . - Vermutliche Herkunft. Hydrographische Verhfiltnisse zur Zeit der Stranduug S. 94. - - Frtihere Beschreibungen. Verbreitung S. 95. -- Systematische Stellung S. 96. 2. M o r p h o l o g i s c h - s y s t e m a t i s c h e U n t e r s u c h u n g . Grundsatz fiir vergleichende Untersuchungen. Erhaltungszustand, K~irpermaf~e S. 96. - - Mantel, Flosse S. 98. - - Trichtergrube S. 99. -- Kopf, Trichterorgan, Nackenfalten S. 100. -- Arme S. 101. - - Tentakel S. 1 0 3 . - Relative Gri~f~e der grSfiten Arm- und Teutakelsaugnfipfe S. 1 0 6 . - Radula S. 108. - - F~irbung S. 109. Inhaltsiibersicht. 1. Einleitung. Abb. 1. Sthenoteuthis caroli nach der Strandung auf Juist. Aus: LEEGE ( 20 ). Aufnahme WALTERBRUNKE. Emden-Juist. 1) Die Form und GrSge der auseinandergelegteu, abet nicht gedehnten Schutzr/lume des 3. Armpaares ist deutlich erkenubar, der T i d e n h o c h w a s s e r k a n t e . Die einzige g r 6 r e r e V e r l e t z u n g steht in des d e m Tieres F e h l e n bedes r e c h t e n T e n t a k e l s , y o n dem n u r ein e t w a 24 em l a n g e r S t u m p f v o r h a n d e n ist. Das E n d e dieses T e n t a k e l s t u m p f s e r s c h e i n t wie a n g e q u e t s c h t . D a d u r c h , d a b sich die i i u r e r e H a u t fast vSllig fiber die W u n d s t e l l e gelegt hat, m a c h t diese einen v e r n a r b t e n Eindruck, d o c h liirt sich n a c h d e m k o n s e r v i e r t e n Stiick nicht sagen, ob d e r V e t lust des T e n t a k e l s l~ingere o d e r n u r k u r z e Zeit v o r der S t r a n d u n g erfolgt ist. des T e n t a k e l s Das m a g F e h l e n d e m Tier b e i m B e u t e f a n g hinderlich g e w e s e n sein; mit d e r S t r a n d u n g h a t dieser M a n g e l k a u m e t w a s zu tun, d a j a a u c h u n v e r l e t z t e T i n t e n fische s t r a n d e n . s c h w a c h e r Wind. W i r h a b e n also a u c h hier den Fall, d a r ein a n s c h e i n e n d lebenskriiftiger trifft dies fiir das v o n STEENSTRUP ( 30 ) erw~ihnte Stiick v o n 1661 sicher nicht zu, da ausdrficklich a n g e g e b e n wird, d a r es auf See u n d mit d e m Netz g e f a n g e n w o r d e n ist. DANIEL ( 5 ) berichtet, d a r eine g r o g e S t h e n o t e u t h i s a m 28. S e p t e m b e r 1925 bet St. Kilda y o n e i n e m F i s c h d a m p f e r mit d e m S c h l e p p n e t z in 1 8 0 - - 2 0 0 F a d e n Tiefe g e f a n g e n w u r d e . Es h a n d e l t e sich d a b e i n a c h der B e s t i m m u n g v o n ROBSON u m ein E x e m p l a r v o n S. p t e r o p u s o d e r S. caroli, w a h r s c h e i n l i c h a b e r u m die erstere Art. Die Liinge dieses Tieres b e t r u g y o n der E n d s p i t z e des Leibes bis zum E n d e des a u s g e s t r e c k t e n T e n t a k e l 6 F u g , der KSrper w a r 2 Furl l a n g . Bet dieser Gr6fie des Tieres ist mir die A n g a b e ,,either a Stenoteuthis p t e r o p u s or a small e x a m p l e of Stermteuthis caroli" nicht r e c h t verst~indlich. Die bet einer solchen Strandung herrschenden Umst~iade sind sehr verschiedener Art. ROBSON( 27 ) teilt mil, dab das Withernsea-Exemplar von S. enroll am Nachmittag des 3. Januar 1925 10 Meilen nSrdlich yon Spurn Head angetrieben wurde und dal.~ ein weiterer, etwas kleinerer zehnftigiger Cephalopode 3 Tage sp/~ter bet Tunstall (4 Meilen ni~rdlich yon Withernsea) angetrieben wurde. Auch hier handelt es sich vielleicht um eine S. caroli, doch gltickte der Bergungsversuch leider nicht, und der Tintenfisch wurde veto Strand fortgesptilt und in See getrieben. Zur Zeit dieser beiden Strandungen hat offenbar sehr bewegte See geherrscht, denn der Wind erreichte tn der Zeit vom 24. Dezember 1924 bis zum 3. Januar 1925 zu verschiedenen Zeiten sturmstfirke. Ueber die Sirandung zweier groBer Ommatostrephes sagi#atus bet Helgoland habe ich frtiher beriehtet ( 17 ). Es handelt sich um Tiere yon etwa 41 cm ventraler Mantell/inge, die anscheinend in vOllig gesundem Zustande gestrandet waren. Die Strandungen erfolgten am 24. und 26. M~irz1928. Der Wind war an den betreffenden Tagen verschiedener Richtung, aber an beiden Tagen nur yon der Stfirke 2, sodafi ein Stranden dutch die Gewalt des Wassers aus ausgeschlossen gelten kann. [ch habe damats die Vermutung ausgesprochen, daft die beiden Ornmatostrephes sich yon der Hochsee her verirrt und bet der Fortbewegung oder bet der Jagd auf Beute (nachts?) in zu flaches Wasser geraten waren. In ~ihnlicher Weise erkliirt GRII~[PE(14) das Stranden eines Illex illecebrosus coindeti bet Helgoland, welches allerdings bet Sturm erfolgte. Es ist bekannt, dab S. bartrami, nach NAEF ( 22 ) ,der st/lrkste Schwimmer unter den bekannten Cephalopoden", nicht nut mit grol~er Schnelligkeit schwimmt, sondern sieh aucll so hoeh aus dem Wasser schnellen kann; dag er gelegentlich auf das Deck yon Schiffen f/lilt (vgl. VERRILL,D'ORBIGNY,BERRY), was ihm den Namen ,flying squid" eing~etragen hat. Man kann wohl die gleiche Schwimmkraft auch fiir S. caroli annehmen, und es i s t erkliirlicb, daft solche Tintenfische, wenn sie ausnahmsweise einmal in flaches Wasser geraten bet solcher Heftigkeit der Bewegungen leicht der Strandung ausgesetzt sind. Bet d e m A u f t r e t e n grot~er n e k t o p e l a g i s c h e r T i n t e n f i s c h e in d e r N o r d s e e ist es wahrscheinlich, da[I die w e n i g e n E x e m p l a r e , die d u r c h vereinzelte S t r a n d u n g e n o d e r F~inge 1) Die Wiedergabe dieses Bildes erfolgt mit freundlicher Genehmigung der Firma Photo-Brunke, Juist. Ueber eine auf Juist gestrandete Stl~enoteuthis caroli (Furtado). b e k a n n t w e r d e n , nicht einzeln in die N o r d s e e e i n g e d r u n g e n sind, s o n d e r n daft ein m e h r o d e r m i n d e r grot~er S c h w a r m v o m O z e a n h e r g e k o m m e n ist, vielleicht z u g l e i c h mit d e n Schw~irmen d e r i h n e n als N a h r u n g d i e n e n d e n Fische, v o n d e n e n b e s o n d e r s M a k r e l e n u n d C l u p e i d e n in B e t r a c h t k o m m e n w e r d e n . D a r a u f d e u t e n u. a. die erw~ihnten B e o b a c h t u n g e n y o n H e l g o l a n d u n d Y o r k s h i r e hin. B e m e r k e n m S c h t e ich n0ch, d a f die S t r a n d u n g d e s S: c a r o l i bet W i t h e r n s e a u n d die des a n d e r e n g r o f e n Zehnfiii~ers bet T u n d a l l , b e t d e m es sich vielleicht e b e n f a l l s u m diese A r t h a n d e l t e , fast a m gleichen D a t u m e r f o l g t ist, wie die des S. c a r o l i a u f Juist, w e n n a u c h e i n Z e i t r a u m y o n 10 J a h r e n d a z w i s c h e n liegt. RoBsoN m S c h t e auf G r u n d h y d r o g r a p h i s c h e r TatsaChen a n n e h m e n , d a f t die b e t W i t l m r n s e a g e s t r a n d e t e S. c a r o l i , falls sie d e m T i d e n s t r o m gefolgt ist, v o m N o r d a t l a n t i k in die N o r d s e e g e k o m m e n ist. Diese A n n a h m e t~it~t sich a u c h ftir das bet J u i s t g e s t r a n d e t e T i e r m a c h e n , d o c h ist e s nicht a u s g e s c h l o s s e n , daft es d u r c h d e n K a n a l in die N o r d s e e e i n g e d r u n g e n ist. Diese MSglichkei!en e r g e b e n s i c h beide aus d e n p l a n k t o l o g i s c h e n u n d h y d r o g r a p h i s c h e n E r g e b n i s s e ~ d e r U n t e r s u c h u n g s f a h r t d e s R e i c h s f o r s c h u n g s d a m p f e r s , P o s e i d o n " , w e l c h e im J a n u a r 1935 v o n d e r Biologischen Anstalt a u f Helg01and u n d d e r D e u t s c h e n S e e w a r t e a u s g e f t i h r t w u r d e . A u f d i e s e r F a h r t k o n n t e mein Kollege P r o f e s s o r A. WUL~F e i n e n a b n o r m s t a r k e n E i n f l u f y o n K a n a l w a s s e r d u r c h die P l a n k t o n f o r m e n in d e n H o o f d e n u n d n o c h w e t t e r n a c h Osten die west- u n d o s t f r i e s i s c h e n Inseln e n t l a n g v e r folgen. D i e s e r E i n s t r o m ist s o s t a r k , daft die y o n N o r d e n k o m m e n d e u n d l~ngs d e r b r i t i s c h e n Ostkiiste n a c h Stiden z i e h e n d e Drift n a c h W e s t e n w e g g e d r f i n ~ wird, so d a f n u n m e h r w e t t e r 6stlich m e h r o d e r m i n d e r s t a r k e D u r c h m i s c h u n g e n b e i d e r W a s s e r a r t e n s t a t t f i n d e n , die d a n n a u c h in die D e u t s c h e B u c h t g e l a n g e n . Wie mir H e r r Prof. WULFF f e r n e r mitteilte, h e r r s c h t e n im D e z e m b e r 1934 u n d im J a n u a r 1935 g a n z a b n o r m h o h e W a s s e r t e m p e r a t u r e n u n d g a n z a b n o r m h o h e Salzgehaltsk o n z e n t r a t i o n e n , wie aus d e n tfiglichen B e o b a c h t u n g e n bet H e l g o l a n d h e r v o r g e h t . Dies zeigt am b e s t e n f o l g e n d e Uebersicht. Mittlere Wasser temperatur (Oberfl~iche) ~C Mittlerer Salzgehalt 0/0 0 Dezember 1893--1908 nach REICHARD( 26 ) 1. 31. XII. 1934 17.--31. XII. 1934 Januar 1893--1908 nach REICHARD 1.--26. I. 1935 6,48 8,69 3,91 6.38 32.90 33,96 34,39 33,06 34,45 Ein V e r g l e i c h d e r M o n a t s m i t t e l zeigt deutlich, d a 6 im D e z e m b e r 1934 u n d J a n u a r 1935 g a n z a u f e r g e w S h n l i c h e Verh~iltnisse in d e r D e u t s c h e n B u c h t g e h e r r s c h t h a b e n , die d u r c h s e h r s t a r k e n E i n s t r o m o z e a n i s c h e n W a s s e r s h e r v o r g e r u f e n w u r d e n . G a n z b e s 0 n d e r s s t a r k ist dieser E i n s t r o m y o n Mitre D e z e m b e r an g e w e s e n , u n d am 31. D e z e m b e r , also am T a g e v o r d e r S t r a n d u n g des S. c a r o l i auf Juist, b e t r u g d e r Salzgehalt bet H e l g o l a n d m i n d e s t e n s 34,35 ~ Es dtirfte somit s e h r w a h r s c h e i n l i c h sein, d a f d e r T i n t e n f i s c h mit einem u n g e w S h n l i c h g r o f e n E i n s t r o m o z e a n i s c h e n W a s s e r s in die D e u t s c h e B u c h t g e l a n g t e , w o b e i aber, wie o b e n erw~ihnt, die MSglichkeit b e s t e h t , d a f er e n t w e d e r d u r c h den K a n a l o d e r a u c h y o n N o r d e n h e r in u n s e r G e b i e t gelangte. S. caroli wurde 1887 von FURTADO(7) nach zwei ganzen und einem beschiidigten Stlick beschrieben, die yon der portugiesischen Kfiste sr und im Museum yon Lissabon aufbewahrt werden. Ein weileres Tier dieser Art untersuchte L()NNBERG( 21, 1891 ). Es stammt yon den F~irSern und wird im Riksmnseum in Stockholm aufbe~ahrt. Eine ausfiihrliehe Beschreib~mg aus neuerer Zeit verdanken wit ROBSON( 27, 1925 ), der ein am 3. Januar 1925 bet Withernsea, Slid-Yorkshire, gestrandetes Tier untersuchte, das sieh im Britischen Museum befindet. Der groite, yon STEENSTRUP( 30 ) erw~ihnte Tintenfisch, der 1661 an der hollfindischen Kfiste zwischen Kattwik und Schevelingen gefangen wurde, ist sicherlich eine S. caroli gewesen. Ferner liegt die Annahme nahe, das der grofie Tintenfisch, der nach ROBSON( 27 ) drei Tage nach dem Withernsea-Exemplar nur 4 englische Meilen wetter n(irdlich, bei T~nstall, strandete, ebenfalls eine S. caroli war. GRIMPE (15) gibt noch folgende Fundorte an: ,,Briar Dene, Northumberland, Cullercoals: MEEKund GODDARD1926 ; Scarborongh : ROBSONund CLARKEMS; Faire Isle Channel: DANIEL[ROBSONMS] ; Banfshire : R[TSCmE1930". Auch h~ilt GmMPE es ffir m(iglich~ daft der von DOU~ET-ANDANSON(1880) ftir Cette gemeldete Tintenfiseh hierher gehSrt. Weiiere Angaben sind folgende. GY:NGELL(16); eine S. c~roti yon 5 Fui~ 3 Zoll L~inge v o n d e r North Bay 18. 3. 1927; das Sttick wurde nach Scarborough gebrachl. STEVENSON( 31 ): ein S. caroli yon ungef~ihr 3,5 Furl L~mge stmndete am 1. 2. 1928 siidlich yon Scarborough. CLARKE(4) : ein Vom KSrperende bis 13" H e l m u t h Hertling zu der Spitze der Kopfarme 3 Fui~ 9 Zoll messendes Weibchen, das a m 9. 1. 1930 in der Filey Bay bet Scarborough strandete. Wahrscheinlich sind die vorstehend aufgeffihrten Tiere mit denen yon GRIMPE ffir Scarborough aufgeftihrten identiseh. GIRARD (9) meint, daft S. caroli an den Ktisten von Portugal nicht selten set, da die Art nach AnsiCht der Fischer ziemlich h~iufig gegen Ende des Sommers auftreten solle, u n d e r gibt an, dai~ ein pr~ichtiges Exemplar 1889 auf den Markt g e k o m m e n ist. Da S. caroli in den S a m m l u n g e n so selten ist, erscheint die Angabe der Fischer nicht recht glaubhaft. Vielleicht liegt eine Verwechselung mit einem anderen groflen Cephalopoden vor. Das Verbreitungsgebiet von S. caroli umfaflt, also, soweit bekannt, das Gebiet des Atlantischen Ozeans von den Shetlands bis zur Portugiesischen Ktiste, auch tritt die Art gelegentlich in der Nordsee auf. Nach CLARKE b e w o h n t S. caroli die offenen Gebiete des niJrdlichen Altlantischen Ozeans und gelangt mit der w a r m e n Golfstrom-Drift in die Nordsee. Falls das yon CETTE erw~ihnte Sttick wirklich eine S. caroli gewesen sein sollte, so wiirde auch noch das westliche Mittehneer a l s gelegentlicher Fundort hinzukommen. Vergleicht man hiermit das ungeheure Verbreitungsgebiet yon S. bartrami, der nach PPEFFER ( 24 ) , e i n e fast w e l t w e i t e " Verbreitung hat, so erscheint das flir S. caroli festgestellte Gebiet iiberaus klein. PFEFFER ( 23 ) v e r t r a t die Ansicht, daft S. caroIi auf Grund morphologischer Merkmale von S. bartrami (Lesueur) nicht unterschieden werden kSnne. Sp~iter ( 24 ) ftihrt er S. caroli zwar als besondere Art auf, doch nur aus ~iufieren Griinden, u n d e r betont ausdrticklich~ daft er seine friihere Ansicht aufrecht erhalte, dai~ S. caroli nur eine Variet~t von S. bartrami set. Auch GRIMPE (13) erschien S. caroli 1921 noch als zweifelhafte Art, doch fiihrte er sie 1925 (14) nach tier i m gleichen J a h r verSffentlichten genauen Beschreibung :yon ROBSON:( 27 ) als zweifellos seIbst~ndige Art, ROBSON (1. c.) selbst meint, dal~ zur endgtiltigen Kl~irung dieser Frage noch m e h r Exemplare untersucht w e r d e n mfi6ten; his dahin sollte man daran festhalten, S. caroli als eine selbstfindige Art zu betrachten. Nachdem aber ]SSEL (18) eine riesige S. bartrami genauer beschrieben hatte, kamen GRIMPE (15) wieder Zweifel an d e r Selbst~ndigkeit der Art, doch Melt er, wie er mir noch im N o v e m b e r 1935 brieflich mitre ilte, an seiner 1925 mitgeteilten Ansicht lest. 2. Morphologisch-systematische Untersuchung. W~ihrend y o n den n a h e v e r w a n d t e n Arten S. b~rtrami und S. pteropus (Steenstrup), die ebenf~lls sehr gro6 w e r d e n kSnnen, Tiere von sehr v e r s c h i e d e n e r Gr56e und beide Geschlechter b e k a n n t sind, h a n d e l t es sieh bet S. caroli u m wenige riesige u n d stets weibliche Stticke. 1) W e g e n ihrer Gr56e k S n n e n zum Vergleich ihrer morphologischen Merkmale mit denen v e r w a n d t e r Arten n u r Tiere von ~ihnlicher GrSi~e h e r a n g e z o g e n werden. Auch die Juister Sthenoteuthis caroli ist ein sehr grofles Weibchen. Abbildung 1 zeigt das frische Tier, Abbildung 2 und 3 zeigen es im k o n s e r v i e r t e n Zustande~). Das Tier ist bis auf den f e h l e n d e n linken Tentakel vollst~indig erhalten. Als kleinere Sch~iden sind ein E i n d r u c k an der r e c h t e n Unterseite des Kopfes, eine geringe Verletzung am V o r d e r r a n d der rechten Flossenecke und Abschtirfungen der Epidermis zu nennen. Die erste K o n s e r v i e r u n g ist leider mit Alkohol erfolgt, so daft schon erhebliche S c h r u m p f u n g e n , besonders an den Schwimms~iumen, und V e r k r f i m m u n g e n tier Arme eing e t r e t e n waren, als der Tintenfisch am 11. J a n u a r auf Helgoland eintraf. Hier wurde er zun~ichst in Formol tiberfiihrt, z) Die Messungen an dem k o n s e r v i e r t e n Tier h a b e ich mSglichst sorgfiiltig vorgenommen, doch w u r d e n besonders die Messungen an den Armen durch die erw~ihnten Ver~inderungen sehr erschwert, die auch eine vollst~indige A u s n u t z u n g der v o r h a n d e n e n Photos vom frischen Tier zu Messungszwecken unmSglieh machen. Die n a c h s t e h e n d e n Ma6e (in mm) beziehen sich s~imtlich auf das konservierte Tier. Mantell~inge, dorsal . . . . . . . . . . . . . 683 ,, ventral . . . . . . . . . . . . . 654 Mantelbreite . . . . . . . . . . . . . . . . 228 U m f a n g auf Mantehnitte . . . . . . . . . . . 485 Umfang des Mantels an der dicksten Stelle . . . . 578 U m f a n g des Mantels unmittelbar vor den Flossen . . 462 Flossenl~inge 1 (Leibesspitze bis r e c h t e F l o s s e n o h r w u r z e l ) 302 Flossenl~inge 2 (Leibesspitze bis vorderer Flossenrand) 322 Flossenbreite . . . . . . . . . . . . . . . 530 Insertionslinie der Flosse . . . . . . . . . . . 254 Kopfbreite auf A u g e n m i t t e . . . . . . . . . . 140 Kopfl~inge (im engeren Sinn) . . . . . . . . . 83 L~inge der A u g e n S f f n u n g . . . . . . . . . . . 60 HShe der A u g e n S f f n u n g . . . . . . . . . . . 43 Breite der TrichterSffnung . . . . . . . . . . 36 1) Auch das yon LONNBERG( 21 ) beschriebene Stiick ist nach der Abbildung als weiblich anzusprechen 2) Abb. 2 bis 7 w u r d e n von H. HERTLING und P. SINGER aufgenommen. 3) Er befindet sich jetzt in der Sammlung der Biologischen Anstalt auf Helgoland. U e b e r eine auf J u i s t g e s t r a n d e t e S t h e n o t e u t h i s caroli (Ful~ado). A r m e : I. r e c h t s (gerade) . . . . . . . . . . 340~ I. links (gebogen) . . . . . . . . . . 338] II. r e c h t s ( g e r a d e ) . . . . . . . . , . 387~ II. links (gebogen) . . . . . . . . . . 376] III. r e c h t s ( w e n i g g e k r i i m m t ) . . . . . . . 367~ Ill. links (gebogen) . . . . . . . . . . 357~ IV. r e c h t s (gebogen) . . . . . . . . . . . 345[ IV. links ( g e r a d e ) . . . . . . . . . . . 3 4 0 / T e n t a k e l : r e c h t s (fehlt). T e n t a k e l : links . . . . . 690 Totall~inge (Leibesspitze bis Spitze des I. A r m e s rechts) 1118 , (Leibesspitze bis Spitze des II. A r m e s rechts) 1177 , (Leibesspitze bis Spitze d e s l i n k e n T e n t a k e l s ) 1479 Mittel : 339 Mittel : 382 Mittel: 362 Mittel: 343 Abb. 2. A n s i c h t des k o n s e r v i e r t e n Tieres y o n der Dorsalseite. Ungefiihr 1 : 7. Die r e c h t e Ecke der Flosse h a t t e a n f a n g s n u r e i n e n k l e i n e n Rift. Das kleine Sttick ist sp~iter herausgebrochen, wie diese A b b i l d u n g zeigt. Abb. 3~ A n s i c h t des k o n s e r v i e r t e n Tieres yon der Ventralseite. Die Schutzs~iume a m 3. A r m p a a r sind s t a r k geschrumpft. Z w i s c h e n d e m 3. u n d 4. A r m der r e c h t e n Sei der S t u m p f des r e c h t e n Tentakels. Ungeffihr 1:7. Helmuth Hertli~g Marie d e r bisher u n t e r s u c h t e n Stheno~euthis caroli in mm. i I I I I IlI i IVI~ ~_~ ..~ ~ I~ b~' ROBSON Juist-Exemplar FURTADO 3 LONIqBER~ FURTnDO 2 i Der M a n t e l des v o r l i e g e n d e n Stfickes ~ihnelt d e m d e r von ROBSON u n d FURTADO b e s c h r i e b e n e n . A u c h hier bildet der N a c k e n r a n d (Abb. 2) n u r eine s c h w a c h e Spitze, w~ihrend er a u f LONNBERG'S A b b i l d u n g g e g e n den Kopf dreieckig v o r g e z o g e n ist. Solche A b w e i c h u n g e n k o m m e n , wie PFEFFEa (24, S. 591) h e r v o r h e b t , a u c h bei S. bartrami u n d S. pteropus vor. Die F o r m d e r F l o s s e wird d u r c h die A b b i l d u n g e n 1 bis 3 v e r a n s c h a u l i c h t . Ihre L~inge betr~igt bei Z u g r u n d e l e g u n g d e r Flossenl~inge 2 (S. 96) 47 ~ d e r gr6f~ten Mantell i i n g e , bei Z u g r u n d e l e g u n g d e r Flossenl~nge 1 4 4 % . FURTADOgibt ffir ein Tier y o n 51 cm Mantell~inge 48 '% an u n d ffir 61 c m Mantell~inge 46% . ROBSON gibt 4 5 % an ffir das W i t h e r n s e a - E x e m p l a r , wobei a n z u n e h m e n ist, dai~ er die ,Flossenl~inge 2" b e n u t z t hat. N a c h ROBSON u n t e r s c h e i d e t sich die Flosse des W i t h e r n s e a - E x e m p l a r e s y o n d e n e n tier y o n FURTADO u n d L6NNBERG u n t e r s u c h t e n Tieres d a d u r c h , dat~ die M a x i m a l b r e i t e d e r Ueber eine auf Juist gestrandete Sthenotheuthis caroli (Furtado). Flosse unter dem Mittelpunkt der Ansatzlinie liegt. Bet der Juister S. caroli liegt die grSf~te Flossenbreite vor dem Mittelpunkt der Ansatzlinie und stimmt somit mit den Exemplaren yon FURTADO und L~JNNBERGriberein. ROBSONmeint nun, in diesem unterschiedlichen Verhalten ein Merkmal sehen zu kSnnen, und gibt an, daB in dieser Hinsicht das Withernsea-Exemplar S. pteropus ~ihnele, w~ihrend die beiden anderen Stticke mit S. bartrami tibereinstimmten. Dies trifft sicher nicht zu, denn es kommt auch bet S. bartrami vor, dab die gr5Bte Flossenbreite unter dem Mittelpunkt der Ansatzlinie liegt, wie die von ISSEL (18) gegebene Abbildung eines Riesen dieser Art zeigt. Ein Merkmal vermag ich in solchen Unterschieden riberhaupt nicht zu erblicken, sondern ich bin der Meinung, dab der Erhaltungszustand der Tiere vor der Konservierung hier eine wichtige Rolle spielt. Anscheinend war das Withernsea-Exemplar schon ziemlich weich, als es konserviert wurde, was auch aus ROBSON'S B e m e r k u n g , r e l a x e d " bet der Angabe der Mantelbreite hervorgeht. In diesem Z u s a m m e n h a n g aber sagt PFEFFER (24, S. 491) bet der Beschreibung von S. pteropus folgendes: , b e m e r k t set, dat~ bet weichen Stricken die L~inge der Flossen sich verkrirzt, indem die herzfSrmigen Ohren am vorderen Grunde der Flosse seitlich ausgez0gen und auf diese Weise zum Verschwinden gebracht werden, so dab die nunmehrige L~inge der Flosse nur noch der Insertionslinie am Mantel entspricht; andererseits ziehen sich die seitlichen Ecken solcher Stiicke betr~ichlich aus, so dal~ dadurch eine grSBere Breite der Flosse vorget~iuscht wird". Betrachtet m a n die Tafelabbildung des WithernseaExemplars, so f~illt im Gegensatz zu dem von LONNBERG abgebildeten Tier und dem Juister Stfick auf, daft die Flosse auf beiden Seiten spitz ausgezogen und verbreitert erscheint und dais die , O h r e n " ziemlich undeutlich sind, ganz wie es bet den von PFEFFER geschilderten Ver~inderungen zu erwarten ist. Auch entspricht die von ROBSON nicht angegebene Flossenl~inge des Withernsea-Exemplars nur noch der Insertionslinie (Basis), frir die er 343 mm angibt. Dies entspricht aber 45 % der grS~ten Mantell~inge, wie oben angegeben, w~ihrend die unverkrirzte Flosse des Juister Tieres 4 7 % der Mantell~nge einnimmt. ROBSON erw~ihnt ferner, dab das yon FURTADO abgebildete Tier konvexe Vorderund Hinterr~inder der Flosse hat, w~ihrend die Flosse y o n LONNBERG'S und ROBSON'S Sttick konvexe Vorderr~inder und konkave Hinterr~inder aufweisen. Auch hier handelt es sich nach meiner Auffassung um Erscheinungen, die mit dem Zustand des Tieres vor der Konservierung oder auch mit der Konservierung selbst zu tun haben, so daB s i e a l s Unterscheidungsmerkmale nicht in Betracht kommen. Dies zeigen einige hier nicht ver5ffentlichte Photographien der Juister Sthenoteuthis, wo in einem Fall die vorderen und die hinteren Flossenr~inder konvex sind, w~ihrend die ribrigen Bilder konvexe Vorder- und konkave Hinterr~inder zeigen. Letzterer Zustand hat sich auch nach der Konservierung einigermaBen erhalten. Die Form der T r i c h t e r g r u b e zeigt Abb. 4. Sie stimmt anscheinend mit der der portugiesischen Tiere und des Withernsea-Exemplares riberein, w~ihrend die von LONNBERGabgebildete nach vorn starker dreieckig zugespitzt ist. Die Foveola hat 7 st~rkere Parallelfalten, doch ist noch eine achte, im Bilde ganz links sichtbare schwhchere FaRe vorbanden, die am Grunde in die benachbarte FaRe iibergeht. Nach den bisherigen Angaben betr~igt die Anzahl dieser Falten anscheinend meist sieben, docb gibt FURTADO (7, S. 7) sechs bis acht Lhngsfalten an. Es ist ja bekannt, dab auch bet den verwandten Arten S. Abb.4. Trichtergrube mit Foveola, Liingsfalfen mit Seitentaschen (1, 2 und 3). Ungef~ihr1:2. bartrami und S. pteropus die Zahl der L~ingsfalten s c h w a n k t . Jederseits sind drei Seitentaschen vorhanden, yon denen die letzte nur schwach ist (Abb 4, an d e r l i n k e n Seite des Tieres am deutlichsten), wie dies auch sonst bet S. caroli meist der Fall ist. Nebentaschen oder eine Verbindungstasche fehlen wie bet den frriher u n t e r s u c h t e n Tieren. Doch k a n n m a n die geringe Anzahl yon drei Seitentaschen nicht als ein besonders, wenn auch nur vorl~iufiges Merkmal yon S. caroli ansehen, wie PFEFFER ( 24 ) meint, da FURTAI)O drei bis ffinf Seitentaschen angibt und auch abbildet (7, Tar. I, 3 u. 4). Der K o p f (Abb. 2. 3 und 4) ist deutlich sehmaler als der Mantel. wie bei den frtiher beschriebenen Tieren. Da der Kopf bei S. bartrami stets etwa gleiehe Breite hat wie der Mantel. so mSehte ieh hierin ein unterseheidendes Merkmal erblieken. Ob der Kopf von S. bartrami gelegentlieh noeh breiter sein kann, wie es die Abbildung eines riesigen Stfiekes bei ISSEL(18) zeigt, erseheint mir nieht sicher, da die erwiihnte Zeiehnung in anderen Proportionen nieht stimmt. P~'EFFER( 23 ) bildet eine S. caroli , n a e h G~aRD" ab, bei weleher der Kopf und das vordere Mantelende etwa die gleiehe Breite haben, doeh mSehte ieh glauben, dag diese Darstellung auf FURTADO'Ssch6ne Abbildung (7, Taf. I, 1) zurfickgeht, bei welcher der Kopf abet deutlieh sehmaler ist als der Mantel. Das T r i e h t e r o r g a n habe ieh nieht untersucht, um das Stfiek zu schonen. Die Lage der Triehterhafte (Abb. 5) entsprieht den Verhiiltnissen bei dem Withernsea-Exemplar. Sie stimmt also, wie auch ROBSON hervorhob, mit der von NAEF abgebildeten (22, Abb. 240) S. bartrami fiberein und unterseheidet sieh von der yon PFEFFER (24, Tar. 36, ]?ig. 1 u. 2) abgebildeten S. bartrami. Aueh stimme ieh ROBSONbei, wenn er bei unserer Unkenntnis der Wachstumsverh~iltnisse und der ver~inderlichen Proportionen solchen Untersehieden keinen taxonomisehen Wert beilegen m6chte. Von den N a e k e n f a l t e n hat ROBSON eine Besehreibung gegeben, doch ist seine Abbildung nieht ganz deutlieh. Immerhin glaube ieh Abb. 5. Naekenfalten und dich~ dahinter die tiefe dorsale und laterale Halsfurehe, die in der Abbildung als tiefdunkler Schalten (H) erkennbar ist. Ungefiihr1 :'2. --- v -- vordere, h = hintere Querfalte. 1, 2 u. ;~= 1., 2. u. 3. L~ingsfalte. eine weitgebende Uebereinstimmung mit ROBSON'S Befunden feststellen zu k6nnen, so dag die yon diesem festgestellten Unterseheidungsmerkmale zu S. bartrami, aueh bei dem vorliegenden Tier v o r h a n d e n sind. Die vordere Querfalte oder Ringkante ist bei der Juister S. caroli (Abb. 5) typiseh ausgebildet, also sehr hoeh. Der dorsale Winkel ist sehw[ieher als bei dem Withernsea-Exemplar. Die von PFEFFER ( 24 ) ffir S. bartrami erwiihnten konvexen BSgen sind kamn erkennbar. Abweiehend yon dem Withernsea-Exemplar verh~ilt sieh der ventrale Teil der vorderen Querfalte, indem er fast reehtwinkelig naeh hinten umbiegt, um bis zur Vereinigung ,nit dem Seitenrand der Triehtergrube im Bogen abwSrts zu zieben. Die hintere Querfalte ist bei S. caroli sehr viel niedriger als die vordere, was sieher einen betr~ieht|iehen Untersehied zu den Verh~iltnissen bei S. bart~aTmi bildet, von denen PFEFFER ( 24 ) sehreibt: ,Die h i n t e r e R i n g f a l t e ist so' stark entwiekelt, wie nur irgendwo in der Fmnilie; sie verbindet als breiter Saum die hinteren Enden der L~ingsfalten und setzt sieh als erhabene Falte fort fiber die H~ilfte des Raumes zwisehen der dritten L~ingsfalte und der dorsalen Mittellinie." Naeh den von PFEFr~e gegebenen Abbidungen von S. bartrami (24, Tar. 36, 2 u. 3) ist die hintere Querfalle deutlieh viel st~irker entwiekelt als bei S. caroli. W~ihrend aber naeh PFEFFEa'S Besehreibung und Abbildung die hintere Querfalte bei S. bartrami im dorsalen Mittelteil des Kopfes zu verstreiehen und zu versehwinden seheint, ist dies bei S. caroli nieht der Fall. ROBSON'SAbbildung l:,igt erkennen, dag sie dort einen niedrigen First bildet, dessen Abstand yon der vorderen Querfalte etwa so grog ist, wie die gr6gte Breite der zwisehen beiden Querfalten befindliehen Einsenkung. Dies ist bei dem Juister Tier anders, denn in der dorsalen Mittellinie liegt die hintere Querfalte der vorderen dieht an, und zwar als sehwaeher Wulst unter dem dorsalen Winkel derselben, wie Abb. 5 erkennen 15Bt. Von hier aus zieht die hintere Querfalte in einem sehwaehen Bogen naeh hinten und abw~irts, wobei sie sieh in Ueber eine auf Juist gestrandete Sthenoteuthis caroli (Furiado). der seitlichen Region nach hinten umlegt. Sie zieht dann ein wenig nach vorn, bis zur Vereinigung mit der 1. L~ingsfalte 1); dann biegt sie wieder nach hinten und abw~irts um bis zur Vereinigung mit dem Seitenrand der Trichtergrube. Die 1. L~ingsfalte ist nur niedrig. Sie zieht etwa parallel zur hinteren Querfalte und fast senkrecht nach oben, um sich mit dieser zu vereinigen. Die Lage der ersten L~ingsfalte ist in ROBSON'S Abbildung nicht deutlich erkennbar, doch meint er, daft die L~ingsfalten nach Form und Richtung mit denen y o n S. bartrami tibereinstimmen. Die 1. L~ingsfalte soll nach PFEF~FR (24, S. 468) bei S. bartrami , s e h r schr~g dorsalw~irts und nach hinten gerichtet" sein. Bei dem vorliegenden Tier liegt sie fast senkrecht zum Halsteil (Abb. 5), auch ist sie anscheinend geringer entwickelt als bei S. bartrami, wie ein Vergleich mit d e n erw~hnten Abbildungen PFEFFER'S zeigt. Auch bei der englischen S. caroli war die 1. L~ingsfalte nur gering ausgebildet, s o w e r m a n dies auf ROBSON'S Abbildung e r k e n n e n kann. Sehr stark sind die 2. und 3. L~ingsfalte ausgebildet. Ihre Form k a n n bei S. caroli rundlich oder m e h r dreieckig sein. Im vorliegenden Fall sind sie rundlich zugespitzt. Die 2. L~ingsfalte soll sich bei S. bartrami nach PFEFFER( 24 ) schwach dorsalw~irts wenden. Bei dem Juister Strick zieht sie aber in sehr schr~iger Richtung yon unten nach oben. Hierin unterscheidet sie sich auch yon der des Withernsea-Exemplars, wo sie auf der Abbildung fast senkrecht zu den beiden Querfalten verl~iuft. Die 3. L~ingsfalte verl~iuft bei dem vorliegenden Tier schwach ventralw~irts, wie dies auch bei dem WithernseaExemplar und bei S. bartrami der Fall ist. Hinter der hinteren Querfalte befindet sich eine tiefe dorsale und laterale Furche, die ungef~ihr um den halben Hals herumgeht. Sie war aucb bei dem Withernsea-Exemplar vorhanden und wird, da sie nach ROBSON bei S. barlrami nicht vorkommt, als ein weiterer Unterschied zwischen beiden Arten angesehen. An einigen Exemplaren von S. bartrami, die ich durch das Entgegenkommen von ~Ierrn Prof. KLATT und Herrn Prof. DEGENER im Zoologischen Museum in Hamburg untersuchen durfte, konnte ich diese Halsfurche ebenfalls nicht auffinden, doch mut~ orw~ihnt werden, da~ es sich nur um kleinere Stricke handelte, die einen Vergleich mit groi~en S. caroli in dieser Hinsicht vielleicht nicht zulassen. Die A r m e des vorliegenden Tieres haben die relative L~inge 2. 3. 4. 1, wenn m a n sie nach vorn richter und nebeneinanderlegt. Dieselbe Formel erh~ilt man, wenn m a n die wirklichen Arml~ingen zugrundelegt. Dazu m6chte ich noch erw~ihnen, dat~ die auf S. 97 angegebenen Mafle die ganzen Arme mit den Armwurzeln umfassen. FURTADO'SExemplare zeigten hinsichtlich der relativen Arml~inge Verschiedenheiten. Nr. 1 hat die Formel 3. 2. 4. 1. Nr. 2 hat rechts 2. 3. 4. 1, wobei der 2. und 3. Arm gleichlang sind. Die linke SeRe dieses Stfickes ist sehr bemerkenswert mit der Formel 4. 3. 2. 1, da hier der 4. Arm an L~inge iiberwiegt. Die durchschnittliche L~inge der beiden Arme jeder Seite (ram 305, 305, 300, 250) ergibt die Formel 3. 4. 2. 1, nicht 2. 3.4. 1, wie PFEFFER ( 24 ) angibt, wobei zu bemerken ist, daI~ die Mittelwerte fiir den 3. und 4. Arm gleich sind und sich der 2. Arm yon diesen auch nur sehr wenig in der L~inge unterscheidet. Nr. 3 h a t rechts 3. 2. 4. 1, wobei der 2. und 4. Arm gleichlang sind, links 3. 4. 2. 1. Aus den Mittelwerten ergibt sich ftir dieses Exemplar die Formel 3. 4. 2. 1. Aus LONNBERG'S GrSt~enangaben l~il~t sich ftir das F~iroer-Exemplar die Formel 2. 3. 4. 1 aufstellen, die mit der der Juister Sthenoteuthis ribereinstimmt, w~ihrend ROBSON ftir das Withernsea-Exemplar 3.2.4. 1 angibt. Bei groi~en Stricken von S. barlrami und S. pleropus iiberwiegt nach PFEFFER( 24 ) stets das 4. Armpaar an GrS~e, ISSEL(18) gibt frir seine S. bartrami von 590 mm dorsaler Mantell~inge die relative L~inge 4. 3. 2. 1 an, w~ihrend die in diesem Fall hiervon abweichende Formel nacb der wirklichen L~inge der Arme 4. 2. 3. 1 betr~igt. NAEF ( 22 ) gibt dieselbe Formel (4. 3. 2. 1) ftir die grSt~ten Stricke yon S. bartrami an. Wenn wir von dem linken Arm von FURTADO'S Stiick Nr. 2 absehen, ist biSher kein Fall bekannt, wo bei S. caroli der 4. Arm die tibrigen an GrSl~e ribertrifft, so daft m a n hierin wohl einen Unterschied zwischen dieser Art und den verwandten Arten erblicken kann, wie bereits PFEFFER hervorhob. Die Form der Arme des Juister Stfick stimmen anscheinend mit Ro~soN's Beschreibung tiberein. Aucb hier ist der Schwimmsaum (Kiel) des 1. P a m e s n u r schwacb angedeutet, w~ihrend er beim 2. Paar st~irker und gleichm~igiger ist. Am 3. Paar, wo er die charakteristische stumpf-dreieckige Form hat, erhebt er sicb bis zu etwa 28 mm, am 4. A r m p a a r bis etwa 20 ram. 1) Wie PFEFFER(24, vgl. z. B. S. 441 und S. 468) z~ihle ich die L~ingsfaltenyon der niedrigen venfralen Falten an dorsalw~irtsiw:~ihrendNAEF(22 S~ 457 Abb. 240) in entgegengesetzter Richtung zi4hlt. 14 Die Schutzs~iume sind sehr stark geschrumpft, so dab Angaben fiber ihre HShe nicht gemacht werden kSnnen. Dies ist auch im Hinblick auf den ventralen Schutzsamn des 3. Armpaares, der das beste Kennzeichen der Art bildet, besonders bedauerlicb. Die Abbildung 1 l~iBt die Form dieser spitz-dreieckigen Membran deutlich erkennen. Sie wurde beim Photographieren nicht gedehnt, sondern nur auseinandergelegt, und m a n erkennt, dais sie in der Form und in den GrSBenverh~iltnissen wohl v611ig mit der des WithernseaExemplares tibereinstimmt. Auf anderen Photographien, die hier nicht ver6ffentlicht werden, hat die Membran infolge anderer Lage eine andere Form, so dab m a n deutlich sieht, wie weichh~iutig sie ist. Ein genaues Errechnen der H6he dieses Schutzsaumes aus den photographischen A u f n a h m e n des frischen Tieres stSBt wegen der perspektivischen Verzerrung auf sehr groBe Schwierigkeiten. Ein Versuch. die H6he aus der Abbildung ] zu errechnen, ergab etwa 256 ram. Mir liegt ferner eine Zeichnung vor, die Herr HAFNna nach dem frischen Tier im MaBstabe 1:10 angefertigt hat. Nach dieser Zeichnung, wo die Membran allerdings nicht in spitzer Form. wie die in der Abbildung 1, sondern m e h r ausgebreitet dargestellt ist, wiirde die gr6Bte H6he ungef:~ihr 210 mm betragen. Die beiden GrSBenangaben sind sicher nicht genau~ geben aber wenigstens eine Vorstel]ung von H6he dieses Schutzsaumes. Auch zeigen sie, dab er sich sowohl in der Form, wie auch in der HShe yon den Schutzs~iumen selbst sehr groBer S. bartrami deutlich unterscheidet. Ich ziehe zum Vergleich wieder die groBe von [SSEL beschriebene S. bartrami yon 590 mm dorsaler MantelF~inge heran. Trotzdem [SSEL'S Abbildung in manehen Punkten sicher nicht einwandfrei ist. so ist doch deutlich zu erkennen, dab die Form dieses Schutzsaumes in keiuer Weise spitz-dreieckig, sondern im Bogen gerundet ist. Ihre HShe betrug 140 ram. Als Vergleich set noeh die H6he dieses Schutzsaumes bet der yon L(~NNBERGbeschriebenen S. caroli von 550 mm dorsaler Mantell~inge angefiihrt, wo sie die charakteristische dreieckige Gestalt besaB und etwa 160 mm hoch war. Bet der S. caroli yon Withernsea yon 760 mm dorsaler Mantell~inge betrug die H6he dieses Schutzsaumes an der breitesten Stelle 285 ram. Nach NAE~ ( 2 2 ) l a s s e n sich ftir den auffallend breiten ventralen Saum am 3. Arm bet S. bartrami keine genauen MaBe angeben, da er zu kontraktil ist, und er nimmt als Maximmn seiner Breitenentwickelung die vierfache Armdicke an. Dieses VerhNtnis scheint auch ffir die groBe S. bartrami von ISSEL ann~ihernd zu stimmen, wie die Abbildung zeigt, in der die Schutzs~iume sorgf~iRig auseinandergelegt sind. Die Zahl der Saugn~ipfe an den einzelnen Armen ist yon denen beim WithernseaStiick nicht sehr verschieden, so dab gute Uebereinstimmung vorhanden ist. Die Spitzen sind ebenfalls auf eiuige Millimeter fret yon Saugn~ipfen. Der 1. Arm der rechten SeRe h a t 53 Saugn~ipfe, der der linken 54 Saugn~ipfe. An beiden Armen ist der 10. Napf der gr6Bte mit 12 mm Durchmesser Der 2. Arm der rechten und linken SeRe tr~igt je 56 Saugn:Apfe. Unter ihnen belinden sicb wie stets die grSBten sessilen N~ipfe. Sie befinden sich bet unserem Exemplar am 2. Arm rechts, wo die Gruppe der grSfiten N~pfe von den Saugn~ipfen Nr. 10 bis 15 gebildet wird. Ihre Gr6Be schwankt zwischen 15,0 bis 17.8 ram. Unter ihnen ist der Saugnapf Nr. 12 am gr6Bten. Am entsprechenden Arm links sind die N~ipfe etwas kleiner. Am gr6Bten ist hier Saugnapf Nr. 12 mit 16 mm Durchmesser. Der 3. Arm der rechten SeRe tr~igt 57 Saugn~ipfe. der der linken Seite 59. Am rechten Arm ist Nr. 9 am grSBten, am linken Nr. 11. Der Durehmesser betrSgt von beiden ]e 11 mm. Der 4. Arm rechts hat 66 Saugn~pfe, der gleiche Arm links 64. Die gr61~ten N~pfe stehen etwa bet Nr. 10 bis 19. Der gr6Bte Napf der recbten Seite ist Nr. 13 mit 12.5 mm Durchmesser, w~ihrend der gr6Bte Napf des linken Armes der 14. ist und mit nut 11,5 mm Durchmesser etwas kleiner ist als der gr6Bte Saugnapf des rechten Armes. Die gr6Bten N~ipfe des 4. Armpaares stehen auf der proximalen Armhiilfte, wie (lies bereits yon PFF~FFER ( 24 ) hervorgehoben wurde. Es ist dies ein wiehtiger Unterschied zu groBen Stricken yon S. pteropus. Nach den Abbildungen friiherer Untersucher yon S. c;troli konnte PFEFFER mit Sicherheit schlieBem dab die N~ipfe des 2. Armpaares die des 4.. an Gr6Be iibertreffen, auch Melt er es nach diesen Abbildungen fiir m6glich, (tab die des 4. Paares kleiner sind als die des 3. Falls sich dies best~itigen w/irde, wiirde sixth ein weiterer Untersehied fiir groBe S. caroli und S. bartrami ergeben, d a b e i groBen Stfieken der letzteren Art die Saugn~ipfe des 4. Paares die des 3. an Gr6Be iibertreffen. Bet unserem Juister Stiick zeigt sich nun, dab die N~ipfe am 3. und 4. Armpaar fast gleieh grog sind, ]a dab die gr6Bten N~ipfe am 4. A r m p a a r noch ein wenig gr6Ber sind als die am 3. Somit k a n n hier zun~ichst kein Unterschied zwischen S. caroli und S. bartrami g e f u n d e n werden. Da hinsichtlich der grSt~ten Saugn~ipfe zwischen den Stricken yon u n d Juist Unterschiede bestehen, gebe ich zum Vergleich die folgende Tabelle. Withernsea Juist ROBSON legt, w e n n ich seine Ausfrihrungen (27, S. 296) recht verstehe, besonderen Wert auf die Feststellung des Saugnapfes, an dem die grot~e distale, aus 7 Z~ihnen bes t e h e n d e Gruppe deutlich zu unterscheiden ist, und auf die Feststellung des Saugnapfes, an dem die Proximalz~ihne v611ig v e r s c h w u n d e n sind. Da bei dem Juister Strick die Ausbildung der grol~en distalen Zahngruppe allm~ihlich vor sich geht, ist es nicht leicht, den erw~ihnten Saugnapf g e n a u zu bezeichnen. Da aber in dieser Hinsicht Unterschiede zu dem Strick von Withernsea bestehen, gebe ich in der folgenden Aufstellung die Saugn~ipfe an, bei denen die grol~e Gruppe mit 7 Z~ihnen und den dazwischen eingeschalteten Zwischenz~ihnen an den Armen der rechten Seite am besten ausgebildet sind, in Gegeniiberstellung zu ROBSON'S Angaben, die sich offenbar auf beide Arme beziehen. Withernsea Juist (nach ROBSON) (rechier Arm) 1. Arme 2. Arme 3. Arme 4. Arme 1. Arme 2. Arme 3. Arm, rechts 3. Arm, links 4. Arme 10--11 10--11 10--11 16 Juist 20 20 2~ 2O 20 G r S ~ e in mm 12 17,8 11 12,5 Hinsichtlich des Verschwindens der proximalen Z~ihnchen sind bei den S. caroli von W i t h e r n s e a u n d Juist sicherlich Unterschiede vorhanden, wie die folgende Uebersicht zeigt, in der angegeben ist, an welchem Saugnapf proximal nur noch ein glatter Ring v o r h a n d e n ist. Nach PFEFFER ( 24 ) stehen bei den grStteren u n d wahrscheinlich auch bei den grSt~ten S. pteropus die grSi~ten Saugn~ipfe des 4. Armes auf der distalen Armh~ilfte, w~ihrend sie bei S. bartrami auf der proximalen liegen, wie dies auch bei der Juister S. caroli der Fall ist. Die Bezahnung der Saugnfipfe stimmt nach Form und Anzahl anscheinend mit den frriher beschriebenen S. caroli tiberein. Die Gesamtzahl der Z~ihne an einem der grStteren und gr6t~ten Saugn~ipfe betr~gt etwa 24 bis 25. So hat der 7. Napf am 1. Arm 7 distale und 18 proximale Z~ihne. Beim 10. Saugnapf am 2. Arm finden sich links vom Prinzipalzahn 3 Hauptz~ihe und 2 Zwischenz~ihne, rechts davon 3 Hauptz~ihne und 1 Zwischenz a h n ; die Zahl der Proximalz~ihne betr~igt 14. Am 3. Arm hat der 7. Saugnapf 7 distale und 17 proximale Z~ihne, am 4. Arm h a t der 11. Saugnapf 7 distale und 18 proximale Z~ihne. Diese Angaben beziehen sich auf die Arme der rechte Seite. Der einzig v o r h a n d e n e linke Tentakel (Abb. 1--3) stimmt in seiner ~iutteren Erscheinung mit friiheren Beschreibungen iiberein. Es ist stark tordiert, yon etwa ovalem Querschnitt; der Distalteil der Keule ist seitlich zusammengedrrickt. Seine Lfinge betrug im Abb. 6. Linke TenSakelkeule, Ungefiihr 1 : 2,7. Abb. 7. HaftapparaI in ungef~ihr pa[tirlicher GrSBe. 1, 3 und 5 : KnSpfehen. 2 und 4: glatte Niipfehen. Besondere und anseheinend anormale Verh~iltnisse zeigt der Haftapparat (Abb. 7). FURTADO gibt far den rachten Tentakel 4 Saugn~ipfe und 3 KnSpfchen an,, ffir den linken 3 Saugn~ipfe und 4 KnSpfchen. LONNB~,RGfand 4 Kn6pfe und 4 Saugnfipfe, ROBSON3 Kn6pfe und 3 Saugniipfe. Bet unserem Juister Stiick aber besteht der linke Haftapparat aus 3 Kn5pfehen u n d nur 2 glatten N~ipfchen. Da ein KnSpfchen normalerweise den proximalen Abschluf~ des linken Haffapparates bildet, mtif~te der distal yon dem am weitesten distal gelegenen KnSpfchen befindliche Saugnapf einen gtatten Hornring haben, doch weist er im vorliegenden Fall deutlich Zfihnchen auf. Abweichungen vom normalen Bau des Haftapparates scheinen auch sonst vorzukommen. So besteht nach PFEFFER ( 24 ) der Haftapparat yon S. bartrami , a u s drei glattringigen Saugn~ipfen und ebensoviel HaftknSpfchen; am linken Tentakel bildet ein KnSpfchen, am rechten ein N~ipfehen den proximalen Abschluft des Apparates". Von dieser Regel weicht der Haftapparat der mehrfach erw~ihnten grot~en S. bartrami ab, die von ISSEL g e n a u beschrieben und abgebildet wird. Hier besteht er auf dem linken Tentakel aus 3 N~ipfchen und nur 2 K5pfchen, w~ihrend er auf dem rechten Tentakel von 3 KnSpfchen und nur 2 N~ipfchen gebildet wird. Bei dieser Gelegenheit mSchte ich d a r a u f hinweisen, dai~ bei der W i e d e r g a b e der von PFEFFER (23, Fig. 111) g e g e b e n e n Abbildung einer rechten Tentakelkeule mit Haftapparat von S. bartrami o f f e n b a r ein Versehen v o r g e k o m m e n ist. Es handelt sich n~imlich mit grotller Wahrscheinlichkeit um die seitenverkehrte Wiedergabe der yon PFEFFER an anderer Stelle (24, Tar. 35 Fig. 6) richtig abgebildeten linken Tentakelkeule des Sttickes der Planktonfahrt J.-Nr. 89. Als Unterschied zwischen S. caroli und S. bartrami gibt ROBSON(l. c., S. 297)an, dal~ bei S. bartrami die proximalen Saugn~ipfe des Tentakels konzentriert und nicht verstreut sind. Auch bei dem Juister Stiick (Abb. 7) sind diese Saugn~ipfe ziemlich verstreut, doch halte ich es ffir m5glich, dat~ es sich hier nicht um einen Unterschied zwischen den beiden Formen handelt, sondern um Unterschiede in der Konservierung. Es bildet n~imlich PFEFFER (23, Fig. 111 u. 112) die Tentakelkeule einer gut konservierten und das untere Ende der Tentakelkeule einer schlecht konservierten S. bartrami ab, wo im ersteren Fall die proximalen Saugn~ipfe dicht aneinander geriickt sind, w~ihrend sie bei dem schlecht konservierten Sttick v e r s t r e u t sind. Die gro~en Saugn~ipfe der Hand weisen in der Bezahnung Unterschiede zu den friiher untersuchten Stricken yon S. caroli auf. Die grSi~ten Tentakelsaugn~ipfe sind die 5. und 6. Rhachialsaugn~ipfe. Von diesen ist der dorsale 6. Rhachialsaugnapf m i t einem D u r c h m e s s e r yon 18,5 mm am grSt~ten, w~ihrend die tibrigen drei 18 mm grog sind. Bei S. bartrami linden sich nach PFEFFER ( 24 ) zwischen ie zwei Kreuzz~ihnen eines der groften Handn~ipfe in der Regel ftinf Z~ihne, zwischen denen sich Nebenz~hne in verschiedenster Regelm~iftigkeit einschieben kSnnen. Diese sollen an der distalen H~ilfte im allgemeinen rundlich zinnenfSrmig sein und die Zwischenr~iume zwischen den Hauptz~ihnen im allgemeinen ausfiillen. Selten sind Nebenz~ihne an der proximalen Seite, scheinen dort meist zu fehlen, so dat~ Zwischenr~iume yon mehr als Basalbreite der Z~ihne auftreten. Auch sind manchmalnicht einmal die regelrechten 5 Z~ihne vorhanden, so da~ sehr breite Zwischenr~iume auftreten kSnnen. Naeh FURTADO befinden sich bei S. ca~'oli zwischen den Kreuzz~ihnen der distalen SeRe 5 bis 7, zwischen denen der proximalen SeRe 6 bis 8 Z~ihne. In LONNBERG'S Abbildung 2 a lassen sich an der einen SeRe des Prinzipalzahns 6, an der a n d e r e n 8 spitze Z~ihne erkennen, yon denen einzelne deutlich kleinere Nebenz~ihne sind, w~ihrend sich zwischen je zwei Kreuzz~hnen der proximalen Seite je 7 spitze Zfihne befinden. Andere Verh~iltnisse zeigt die seitliche Abbildung 2b, wo im distalen Sektor zwischen den Kreuzz~ihnen 5 Haupt- und 3 kleine Nebenz~ihne stehen, w~ihrend zwischen den Kreuzz~ihnen im proximalen Sektor n u t 4 Z~ihne und ein grSi~erer freier Zwischenraum v o r h a n d e n sind. ROBSON ftihrt n u t kurz an, dai~ die Median-Saugn~ipfe der Hand in der Bezahnung m i t den friiheren Beschreibungen fibereinstimmen. Bei unserem Juister Stiick ist die~Bezahnung in den einzelnen grofien RhachisN~ipfen der Hand recht unregelm~iftig. Die Form der Z~ihne ist spitz, auch die Nebenz~ihne sind spitz und nicht zinnenf5rmig. Die Zwischenr~iume zwischen den einzelnen Z~ihnen sind gro]~. Die normale Zahl der Z~ihne zwischen je zwei Kreuzzfihnen ist wahrscheinlich in allen Sektoren 5. Diese Zahl k a n n durch Einschaltung von Nebenz~hnen v e r m e h r t sein, so daft bis zu 8 Z~ihnen in einem distalen Sektor gez~ihlt w u r d e n , bis zu 7 in einem proximalen Sektor. In einem Sektor mit grSf~erer Anzahl yon Z~ihnen sind die Nebenz~ihne durch ihre wesentlich geringere Gr6fie stets deutlich erkennbar. Die Normalzahl kann auf 4, ja sogar auf 3 reduziert sein. Die Zahl und Anordnung der Z~ihne bei den grSftten Handsaugn~pfen zeigt das folgende Schema. Schema der Bezahnung der grot~en Handsaugn~ipfe. 1 1 3 7 4 dorsal | 1 | 3. Saugnapf. 4. Saugnapf. 1 1 5 5 5 Hehnuih Hertling 5. Saugnapf 6. Saugnapf 7. Saugnapf 1 1 1 8 7 5 6 7 6 1 1 l 1 1 1 6 5 6 5 5 5 1 1 1 PFEFFER ( 24 ) meinte, einen Unterschied zwischen S. bartrami und S\ pteropus in der relativen Gr6t~e d e s :grSSten Saugn~ipfe des 2. Armpaares und der Tentakelkeule f e s b stellen zu ktinnen: ,,Andrerseits aber bleiben die Niipfe des 2. Paares yon S. bartrami stets an Gr6fIe zuriick gegeniiber den N~ipfen des Tentakels, w:,ihrend sie bei S. pteropus diesen - - wenigstens bei grSf~eren Stiicken - - an Gr6fle g l e i c b k o m m e n oder sie sogar tibertreffen (aber auch dieses scheinbare Gesetz wird durch das GooDmctJ'sche Stfick gest6rt)". Wieweit diese StSrnng dutch das von GOODmCH(11) beschriebene Tier wirklich zutrifft, 15fit sich nach meiner Ansicht nicht ohne Untersuchung des Stfickes feststellen. PFEFFER hat seine Mai~e ganz offenbar aus der Abbildung 2 von GOODmCHgenommen, wie daraus h e r v o r geht, dat~ er die Zahlen in der Tabelle auf S. 494 in Klammern setzt. Es ist aber in der Arbeit von GOODmCHkein Anhaltspunkt daffir gegeben, daft der abgebildete Saugnapf yon einem sessilen Arm wirklich ein grot~er ist, w~ihrend dies beim Tentakelsaugnapf ausdrficklich a n g e g e b e n ist. Auch befindet sich in des erw~ihnten Tabelle yon PFEFFER bei dem GooDmcrtExemplar ein Fehler (T. in % der Mantell~inge 2,3; es muf~ aber 3,3 hei~en). ROBSON hat a u f Grund der A n g a b e n yon PFEFFER eine kleine Tabelle g e g e b e n und durch das Withernsea-Exemplar yon S. caroli erg~inzt (1. c. S. 297), doch ist ihm der erw~ihnte Fehler bei PFEFFER nicht aufgefallen, so da$ er diesen mit fibernommen hat. Ieh habe deshalb diese Tabelle berichtigt und durch A n g a b e n fiber einige andere Stficke von S. caroli (z. T. nach PFEFFER) erg~inzt und g e b e sie n a c h s t e h e n d wieder. GrSi~e der gr6i~ten Saugn~ipfe am 2. Arm und an der Tentakelkeule in % der dorsalen Mantell~inge. S. bartrami (8) S. pteropus (6) S. caroli (ROBSON) S. caroli (FURTADONr. 3) S. caroli (LONNBERG) S. caroli (HERTLING) S. caroli (4, Mittel) 2. Arm Tentakel Unterschied 1,9 2,1 2,6 3,1 2,0 2,6 2,6 2,5 (2,6) 2,4 2,8 3,4 2,5 2,7 2,85 0,6 (0,7) 0,3 0,2 0,3 0,5 0,1 0,2--0,3 Vergleicht man die in der dritten S~iule aufgeffihrten Unterschiede, so zeigt sich, dat~ die drei S. caroli von Withernsea, Portugal und Juist in-dieser Hinsicht S. pteropus ~ihneln, wiihrend das Exemplar yon den F~ir6ern sich mehr an S. bartrami anschlie$t. Wir kommen also auch durch die vorstehende Tabelle zu keinem wirklichen Unterschied zwiscben S. bartrami und S. caroli, doch komme ich hierauf noeh zuriiek. RORSON hat, wie erw~ihnt, seine Mittelwerte auf Grund der Tabelle von PFEFrER erseehnet und dabei auch den erw~ihnten Fehler nicht berfieksichtigt. Die gsSf~te S. bartrami, die bier mit einbezogen wurde, befindet sich im Museum in Leyden. Nicht mit einbezogen wurde ein welt grSJ~eres Sttick von 594 mm Mantell~inge, das von HOYLE 1908 besehrieben wurde. Bei ibm wird von PFEFF~R die GrSl~e des grSt~ten Saugnapfes am 2. Arm mit 21 mm angegeben, doch ist die Zahl eingeklammert, well sie aus einer Abbildung errechnet wurde, Die Gr6i~e dieses Saugnapfes wtirde, wenn sie richtig erreehnet wurde, 3,5 % der Mantelliinge entsprechen, w~ihrend das entsprechende Vesh~iltnis bei dem L e y d e n e r Stfick nur 2,6 ~ betriigt. Ueber eine auf Joist gestrandete Sthenoteuthis caroli (Furtado). Die Gr56e der gr56ten Saugn~ipfe am 2. Arm der von ISSEL untersuchten S. bartrami yon 590 mm dorsaler Mantell~inge betr~igt 19 ram, was 3 , 2 % der Mantell~inge entspricht. Ueber die Gr66e der grSfiten Tentakelsaugn~ipfe finden sich leider weder bei HoYL~, noch bei ISSEL Angaben. Auch ist die Abbildung yon IssEL zu ungenan, um die Gr56e der Saugn~ipfe our ann~ihernd errechnen zu k5nnen, doch ist danach zu vermuten, dais die grffiten N~ipfe an den sessilen Armen und der Tentakelkeule etwa gleichgro6 gewesen sind. Die erw~ihnte Tabelle von PFE~FEn zeigt, daft die Saugn~ipfe am 2. Arm yon S. bartrami bei zunehmerlder GrSfle des Tieres verh~ltnism~i~ig st~irker wachsen, so daft die Verh~iltniszahl zwischen dem gr56ten Saugnapf an diesem Arm und der Mantell~inge zunimmt. Bei sehr grot~en Stricken, wie dem L e y d e n e r and den von HOYLE,ISSELund VERRILL beschriebenen, finden sich in dieser Hinsicht ahnliche Verh~iltnisse wie bei S. caroli. Es ist deshalb nicht statthaft, da6 ROBSON zum Vergleich mit seiner S. caroli einen Mittelwert heranzog, der auf Messungen an Saugn~ipfen von znm Teil sehr wesentlich kleineren Stricken von S. bartrami beruhte. Die in seiner, yon mir ergiinzten auf S. 106 wiederg e g e b e n e n Tabelle beziehen sich nfimlich auf S S. bartrami, von denen 7 our 150 bis 275 mm Mantell~inge haben, und auf 6 S. pteropus, von denen 5 nur 160--350 mm Mantell~inge haben. Ich habe deshalb die wenigen Angaben fiber sehr gro6e Stiicke yon S. bartrami und S. pteropus in der f o l g e n d e n Tabelle den entsprechenden Angaben yon 4 S. caroli gegenribergestellt. Vergleich der Gr66e der Saugn~ipfe am 2. A r m p a a r und an der Tentakelkeule von S. bartrami, S. p t e r o p u s und S. carolt. Mantelmlfinmge!in II in mm T in mm Unterschied MIl ainnt%e!ld~einrge Mantell~inge[Unterschied 9 Tin~ der ] S. bartrami (HOYLE1908) S. bartrami (ISSEL) S. bartrami (Mus.Leyden) S. pteropus (GooDRICH) S. caroli (RoBsoN) S. caroli (HERTL1NG1)) S, enroll (FURTADONr. 3) S. caroli (LONNBERG) Die vorstehende Tabelle gibt eigentlich nur fiber S. caroli etwas reichlichere Angaben, wfihrend o u r je eine S. bartrami und eine S. pteropus zur Verffigung stehen, wobei es mir, wie erw~ihnt, bei der S. pteropus zweifelhaft ist, ob es sich bei d e m Saugnapf am 2. A n n tiberhaupt um einen der gr56ten Saugn~ipfe handelt. Nach dem B e f u n d an der L e y d e n e r S. bartrami will es scheinen, als ob die gr56ten Saugn~ipfe der Tentakelkeule bei sehr gro6en Stricken dieser Art erheblich grSfier sind als die gr56ten Saugn~ipfe des 2. Armpaares, doch bedarf es n o c h weiterer Beobachtungen, um Sicherheit darriber zu erlangen. Bei S. caroli sind die gr56ten Saugn~ipfe am 2. Armpaar jedenfalls n u t wenig kleiner ats die gr6Bten Tentakelsaugn~pfe. Ich habe reich bemriht, das Wachstum der gr66ten Saugn~ipfe am 2. Armpaar bei den drei Arten, soweit nacfi den v o r h a n d e n e n A n g a b e n mSglich, zu verfolgen. Es zeigt sich, da6 die W a c h s t u m s k u r v e (Verh~iltnis zwischen Mantell~inge und Gr56e der Saugn~ipfe) bei S. bartrami, wo am meisten Angaben darriber vorliegen, ziemlich regelm~i6ig ansteigt. Aehnlich scheint es bei S. p t e r o p u s zn sein. Die wenigen und our a u f sehr gro6e Stiicke znrrickgehenden Zahlen frir S. caroli befinden sich in der vorstehenden Tabelle. Es ist dabei ftir das Juister Strick nicht sicher, ob nicht an dem fehlenden rechten Tenfakel vielleicbt noch ein etwas gr56erer Saugnapf v o r h a n d e n war. Es sind n~imlich bei dem mir vorliegenden Strick die gr56ten Saugn~ipfe am 2. Arm der rechten Seite deutlich gr6~er als auf der linken. Es ergibt sich infolgedessen ein wesentlich anderes Bild, wenn der gr5~te Saugnapf des linken 2. Armes mit dem des Tentakels der gleichen Seite verglichen wird, wie die eingeklammerten Zahlen in der Tabelle zeigen, b e i deren V e r w e n d u n g sich die Unterschiede 2,5 und 0,4 ergeben. Verwendet man den mittleren Durchmesser der gr56ten Saugn~ipfe beider 2. Arme beim Vergleich, so ergeben Sich die Unterschiede 2 1) Die eingeldammerten Zahlen fiir die Juister S. caroli beziehea sich auf den grSBten Saugnapf des linken 2. Arms, w~ihrendsich die (ibrigen eingeklammerten Zahlen auf Ma6e beziehen, die PFEFFER( 24 ) aus Abbildungen gewonnen hat. Ungef~hre Vergrii6erungen: a und b 11X, c 9X, d, f u n d g 17X, h 15X: die VergrSf~erungen ftir e und i sind u n b e k a n n t . Die R a d u l a habe ich nicht untersucht, um das Tier nicht zers(;hneiden zu iniissen. Auch erwarte ich yon der Untersuchung einer einzelnen Radula keinen weiteren Aufschluft dartiber, ob S. caroli eine gute Art ist oder nicht, soiange nicht mehr Material vorliegt. Die Radula von S. caroli wurde bisher von FURTADO(7), G~RA~D(9) und Ro,~soN ( 27 ) untersucht und abgebildet, wobei ich annehmen mSchte, daft den beiden ersteren die gleiche Radula vorgelegen hat. Die sorgf~iltigste Beschreibung verdanken wit l~ol~sON. Da die Radula des Withernsea-Exemplares (Abb. 8c) sich nieht unwesentlich von dem portugiesischen (Abb. 8 a und b) unterscheidet, ist nicht anzunehmen, dab die Unterschiede nur auf einer mehr oder weniger g e n a u e n Art der Darstellung durch die vers(:hiedenen Untersucher beruhen, sondern dab sie tats~ichlich vorhanden sind. So zeigt die Radula des portugiesischen Stfickes stumpfe und plump geformte Z}ihne, die des Withernsea-Stfickes spitze und schlanke. Besonders unterschiedlich sind die Mittelziihne, die bei dem zuerst g e n a n n t e n Tier kurz, bei dem letzteren recht lang sind. Solche Unterschiede in der Radula k o m m e n auch bei den nahe v e r w a n d t e n Arten vor. So weisen die y o n VERRILL, POSSELT, GIRARD und NAEF (Abb. 8d bis g) gegebenen Bilder der Radula yon S. bartrami sehr betr~ichtliche Unterschiede auf. NAEF h e m auf S. 460 ausdrficklich hervor, dab ,,in der Mittelreihe ktirzere Z~ihne als in den nebenan stehenden Reihen" enthalten sind. Auch die Abbildungen der Radula von S. pteropus von VERRILL und POSSELT (Abb. 8 h und i) weisen besonders beziiglich des Mittelzahus deutliche Unterschiede auf. Vergleicht m a n die verschiedenen Abbildungen mit einander, so zeigt sich, dab die Radula des portugiesischen Exemplars mehr der von S. bartrami ~ihnelt, die des englischen Exemplars mehr der von S. pteropus. Die von POSSELT ab= gebildete Radula von S. incerta Pfeffer (syn. Ommatostrephes gigas Steenstrup) lehnt sich an S. pteropus an, der diese nur in einem einzigen Exemplar vorliegende Art bis auf den abweichenden Haftapparat ja auch sonst vSllig gleicht. Aber nicht nur bei verschiedenen Stricken der gleichen Art ergeben sich mehr oder minder deutliche Unterschiede in der Radula, sondern auch im Verlaufe der Zahnreihen einer einzigen Radula treten unterschiedlich gestaltete Z~ihne auf, wie die in Abb. 8e wiedergegebene Radula eines S. bartrami nach POSSELT zeigt. Dies ist besonders bei den beiden abgebildeten Mittelz~ihnen auff~illig. SomSchte ich denn auch den erw~ihnten Unterschieden bei der Radula yon verschiedenen S. caroli und ihrer Aehnlichkeit mit dieser oder jener v e r w a n d t e n Art keine besondere Bedeutung beimessen, zumal schon CHuN (3) hervorhob, dab die Radula bei Exemplaren derselben Art variieren kann. Auch GRIMPE(12) legte der Radula der Cephalopoden keinen besonderen Wert als systematisches Merkmal bei, und diese Auffassung muB sich noch verst~irken, wenn man die Arbeiten yon ROBSON ( 28 ) und ADAM (1) fiber die Seriation, Asymmetrie, Variation und Anomalie der Cephalopoden-Radula liest. Eine grSBere Bedeutung legte THIELE1917 ( 32 ) der Radula bei, doch waren die drei zuletzt erw~ihnten Arbeiten zu jener Zeit noch nicht erschienen. Angaben fiber die F ~ i r b u n g finden sich bei FURTADO und ROBSON, doch weichen die A n g a b e n beider Autoren nicht unbetr~ichtlich von einander ab. Ich k a n n leider nur die F~irbung des in Formol konservierten Tieres beschreiben, bei dem die Haut an verschiedenen Stellen stark abgescheuert ist. Die Oberseite des Kopfes und der dorsale Mantel sind dunkel violett gef~irbt, nach den Seiten hin heller werdend. Die Schwanzflosse ist im einem breiten Mittelstreifen ebenfalls dunkel violett, wird aber nach den Seiten Zll schnell heller, um in ein bliiulich fiberlaufenes R(itlichbraun fiberzugehen. Die Unters e r e des ganzen Tieres ist noch wesentlich heller als die oberen Seiten der Flossen, niimlich ein violett fiberhauchtes Rosa, an den Seiten der Flosse ein violett fiberhauchtes helles RStlichbraun. Die 1., 2. und 3. Kopfarme sind auBen ebenfalls dunkel violett, i n n e n fleischfarbig und violett fiberhaucht. Die 4. Arme sind innen und auBen gleichmiiBig hell gefiirbt wie die fibrigen Arme innen. Die Becher der Saugn~ipfe und die Stiele h a b e n ein mattes br~iunliches Gelb. Der Haftring ist hellgelb. Proximal vom Haftring umzieht "den Saugnapf eine dunkle ringfSrmige Zone. Die Chitinst~ibchen der Area sind hellbraun, der Chitinring dunkler braun, die Z~ihne braun, die distalen meist mit metallischem Glanz. Die TentakelkeuIe ist iihnlich gef~irbt wie die sessilen Arme, doch etwas heller. Die die Iris der Augen umgebende Ringfalte (Cornea) ist hell fleischfarben. Da die F~irbung einer lebenden S. caroli bisher noch nie beschrieben wurde, mSchte ich die lebhafte und eindrucksvolle Schilderung des Herrn Kunstmalers FRITZ HAFNER an dieser Stelle folgen l a s s e n : ,Ich hatte einen weiten W e g bis hin zu dem Tier. Als ich anlangte, war noch eine Stunde l a n g das Unterlaufen der Oberfl~iche mit rostrotem Farbenspiel deutlich zu sehen. Es war, als ob rote BlutkSrperchen sich sammelten, und es sah aus, wie wenn die roten Flecke aufleuchteten, weiterflossen und wieder zergingen. Das ging mit einer Regelm~ifligkeit wie eine Blutzirkulation. Die Farbe des ganzen Tieres verteilte sich vom Rficken des Tieres aus. Dort war sie am dunkelsten und zugleich als ruhige breite F1}iche. Sie verteilte sich dann nach beiden Seiten, wurde da heller. Vom Rficken aus tier gelblichbraun (nicht rotbraun), dann wurde sie ockerfarben und gegen die Riinder zu fast elfenbeinhell. Der Kopf war noch ebenso wie der Rficken gef~irbt, aber vom Kopf an traten auf mehr weiBlichem Grund breite sepiafarbene Flecken auf, die gegen die Tentakelenden 1) zu kleiner wurden, so dab sie sich ziemlich gleichmiiBig 1) Gemeint sind offeabar die Armspitzen, nicht der Tentakel. Helmuth Herfling verjtingten. Das Farbspiel war zwischen den Flecken zu sehen, wo der Untergrund hell war, und war wie Farbstaub, der in seiner F~irbung yon fast reinem Pompejanischrot wolkig hinhuschte. Auffallend war, dab noch fiber der eben beschriebenen Fiirbung des Riickens merkwfirdig metallisch, wie helle Bronze, eine Sehicht iibergelagert war, wie feiner Goldstaub. Er gab dem Tier etwas unbeschreiblich SchSnes; die Ffirbung der Haut und darfibergelagert das Metallische. Die Steuerflosse (Schwanzteil) war mehr hell, heller als der Rfickenteil, blab und f/irbte sieh gleiehm~Dig ins RStliehe fast wie fleisehrot, also rosa. Auch da der metallische Schimmer obenauf. Die Unterseite des Tieres war gleichmiil]ig blab weil~, eher weit~bliiulich als -briiunlich - - sie war sozusagen pigmentarm. Die Augen waren im Farbton am dunkelsten, die Iris schwarzbraun, tier dunkel (wie poliertschwarzes Holz sein kann, abet warm braunschwarz im Ton). Die Pupille kristallklar wasserhell und wirkte tiefschwarz. Es erinnerte an Kuhaugen. Das Auge war so ausdrueksvoll und groD, dal~ - - ich sah einmal zum Fenster aus dem ersten Stock h i n u n t e r - - ich denken konnte: es sieht herauf. Das ,,WeiBe" im Auge war hellmetalliseh, wie fliissiges Blei (kalt bl~ulich im Ton)". 3. Z u s a m m e n f a s s u n g . Es wird die erste Sthenotheutis caroli aus der Deutschen Bucht, die auf Juist gestrandet war, beschrieben, wobei nach M6glichkeit Vergleiche mit den bereits untersuchten stricken der gleiehen Form und mit der sehr iihnlichen S. bartrami gezogen werden. In der A n o r d n u n g des Stoffes habe ich reich dabei an die Beschreibung yon ROBSON( 27 ) angelehnt, um den Vergleich mit den Ergebnissen dieser wichtigen Arbeit zu erleichtern. Nach den vorliegenden Befunden stimme ich mit ROBSON fiberein, dab S. earoli zuniichst als selbstiindige Art bestehen bleibt. Es ist aber erforderlich, alle erhiiltlichen S. caroli und besonders auch alle groDen S. bartrami einer vergleichenden Untersuchung zu unterziehen, da n u t so eine endgti!tige Kliirung der Frage, ob S. caroli eine selbstiindige Art oder eine Variet~it yon S. bartrami ist, herbeigeftihrt werden kann. Das sicherste Kennzeichen fiir S. caroli ist wohl naeh Ansicht aller Untersucher der d u t c h seine GrSDe und besondere Form ausgezeichnete ventrale Schutzsaum des 3. Armpaares. Ein weiterer Unterschied, der sich aueh hier wieder gezeigt hat, ist, dad der Kopf deutlich schmaler ist als der Mantel, wiihrend er bet S. bartrami etwa die gleiehe Breite hat. Untersehiede, a u f die bereits ROBSON( 27 ) hingewiesen hat, sind in den Naekenfalten vorhanden, und besonders die tiefe dorsale und laterale Halsfurehe scheint Bin wirkliehes Unterscheidungsmerkmal gegen S. bartrami zu sein. Ein nicht so sicheres Unterscheidungsmerkmal ist anscheinend die Armformel, da sie weehselnd ist. Bet den bisher untersuchten S. caroli ist der 2. oder 3. Arm der liingste, nur bet einem der yon FURTADO(7) nntersuehten Tiere war auf der einen K6rperseite der 2., auf der anderen der 4. Arm am l~ngsten. Bet grogen S. bartrami und S. pteropus soil stets das 4. Armpaar fiberwiegen. Nach dem Juister Sttick will es scheinen, als ob die Armsaugniipfe zur Unterscheidung nicht recht geeignet sind, d a in mancher Hinsicht Variabilit~it herrscht. Hinsichtlich der GrSl~e der Saugniipfe bestehen sogar an den entsprechenden Armen der reehten und linken Seite beim gleiehen Tier Untersehiede. Die Vermutung von PFEFFER ( 24 ), dad die Saugn~ipfe des 4. Armpaares kleiner sind als des dritten, konnte fiir unser Sttiek, wo sie ungefhhr die gleiehe OrSt3e besitzen, nicht best~itig~ werden. Der Haf.tapparat am einzig v o r h a n d e n e n linken Tentakel ist bet unserem Sttick etwas anormal ausgebildet. Die relative GrSi~e der grSl~ten Saugn~ipfe am 2. Armpaar und an den Tentakeln bezogen auf die dorsale Mantell~inge kSnnte vielleicht zur Unterscheidung von S. enroll und S. bartrami beitragen, doch ist zur Klarstellung dieser Frhge noch die g e n a u e Untersuchung sehr groBer S. bartrami erforderlich. Die Radula wurde nicht untersucht, da sie bet S. caroli, S. barD'ami und S. pteropus innerhalb der einzelnen Formen offenbar erheblich variiert, so dab sie nur innerhalb gewisser Grenzen als systematisches Merkmal angesehen werden kann. Die Zahl der Seitentaschen der Trichtergrube ist als unterscheidendes Merkmal zwischen S. caroli und S. barD'ami ungeeignet. B e n u t z t e S c h r i f t e n . 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Helmuth Hertling. Ueber eine auf Juist gestrandete Sthenoteuthis caroli (Furtado), Helgoland Marine Research, 1938, 93-111, DOI: 10.1007/BF02243147